quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Fraldas Capricho - BBB (Boas, Bonitas e Baratas)


 
Em conversa informal com uma colega do serviço a respeito de fraldas que é o point do momento!. Resolvi colocar este post sobre as Fraldas capricho que utilizo e indico para as mamães do momento.
 
"Vivemos em um processo de busca constante por qualidade, seja pelo nosso bem, seja pelo bem dos nossos filhotes amados. Mas jogamos no time das pessoas que combatem com veemência a idéia mediana de que o que é bom precisa necessariamente ser caro. Não mesmo! O Blog Big Motherns Brasília também adota a postura de divulgar produtos e serviços de quem se propõe a trabalhar bem e melhorar a nossa vida sem cobrar os olhos da cara por isso.

Sendo assim, queremos muito prestigiar quem está no nosso país e se esforça por desenvolver produtos bons, de qualidade aprovada e com preço justo (não para o produto em si, mas justo quando comparado ao preço de outros no mercado).
Foi assim que fomos contatadas pela Equipe que fabrica as Fraldas Capricho. As amostras testadas foram as do modelo "Pica Pau Baby" cuja imagem ilustra este post. Confessamos que com alguns bebês elas deram conta do recado e o uso projetado para até 08 (oito) horas atendeu ao que se propôs., mas com outros com um volume de xixi maior (maioria de meninos) não segurou.

No meu caso em particular, quando as fraldas acabaram fiquei com vontade de continuar usando/testando e nossa amiga Amanda contou que essas fraldas estão à venda nas farmácias da Rede Drogasil aqui em Brasília. Não achei na Drogasil do Park Shopping, mas a farmácia do Guará I tem pacote de fraldas tamanho EX, estampas do Rei Leão, com 60 unidades a 30 reais.
Mãe que é mãe e sabe o valor do seu rico dinheirinho vai logo fazer o cálculo para saber o quanto está pagando por cada unidade. Neste caso os R$ 0,50 pagos por cada fralda compensam e muito, pois atualmente a Pampers Total Comfort e a Turma da Mônica (quando em promoção!) estão saindo a R$ 0,68 ou R$ 0,70 cada uma e este preço é além de absurdo, impraticável!!!! As Fraldas Pompom, por exemplo, já foram as minhas preferidas pois na época do lançamento da nova versão estavam com um precinho razoável, só que hoje já estão mais caras do que as Pampers e as Turma da Mônica, então querida e linda Juliana Paes (garota-propaganda das Fraldas Pompom) por aqui, segundo meu bolso, seu charme não colou!...
Nós daqui, as que aprovaram vamos continuar a prestigiar e procurar por suas fraldas em supermercados e outros pontos de venda para que desperte os comerciantes para o interesse do consumidor mais exigente que existe (MÃES) e se ampliem as opções de onde podemos encontrá-las. Aprimore seus produtos a cada dia e lute nos auxiliando contra as imposições do mercado, que quer empurrar nossa goela abaixo poucas marcas, as mais caras e conhecidas. Busquem sempre atender as expectativas deste bicho cri-criterioso chamado MÃE. Quem sabe conquistam as outras mães que não aprovaram as fraldas ainda, hein?!
Fraldas Capricho, produto testado por nós, Big Motherns Brasília."
Fonte:http://www.bigmothernsbrasilia.com/2012/05/controle-de-qualidade-bmb-fraldas.html
http://www.fraldascapricho.com.br/baby.php


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

10 erros financeiros que as mulheres cometem


Separei esta matéria que tem tudo a vê com o nome do Blog espero que gostem!
Os 10 erros financeiros que as mulheres cometem:
1 Sentir-se poderosa por possuir vários cartões de crédito e usá-los até o limite todos os meses. A sensação de poder passa quando as faturas chegam. Deve ser a mesma sensação da Cinderela ao chegar a meia-noite. A carruagem volta a ser abóbora, os cavalos voltam a ser ratos. Só que as contas não desaparecem. Ficarão atormentando até serem pagas.
2 – Acreditar nas bajulações das vendedoras quando experimentam roupas e acessórios. A psicologia das compras é efêmera. E custa caro. Sai mais barato fazer terapia ou viajar, nem que seja no mundo dos livros.

3 – Acreditar que é preciso variar o tempo todo roupas e acessórios e que é feio repetir roupas em festas. Algumas poucas peças de qualidade bem combinadas causam impacto maior do que uma grande variedade. E fazem melhor ao bolso também. Feio é ficar endividada.(grifo nosso)
4 – Preferir o parcelamento na hora de pagar com cartão de crédito e acreditar que o preço à vista seria o mesmo. Cartão de crédito é um ótimo meio de pagamento, mas um péssimo meio de financiamento. Evite parcelar. O parcelamento compromete a renda futura e causa falsa sensação de aumento do poder econômico.
5 – Entrar numa loja para comprar um ou dois itens e aceitar que as vendedoras lhe vendam outros. Quem manda no seu dinheiro e conhece as suas necessidades? Você ou a vendedora? E quem vai pagar suas contas quando a fatura chegar?

6 – Fazer compras sem estabelecer antes o limite de gastos. Esse deveria ser o primeiro passo. Aquela bolsa não cabe no orçamento? Paciência. Compre outra. Melhor qualquer bolsa cheia do que uma bolsa de grife vazia. Bolsa cheia permite você viajar, passear, sair, namorar. Bolsa vazia obriga você a ficar junto com ela, dentro de casa, uma olhando pra outra.

7 – Perguntar o preço das peças só depois de experimentar é um dos erros mais comuns. Aí pode ser tarde. Fica mais difícil dizer não. Você já se perguntou por que os vendedores de carro sempre fazem você entrar no automóvel para falar sobre ele? O mesmo acontece nas lojas de roupas. Seja racional na hora das compras. Valorize seu dinheiro e sua liberdade de escolha. Se o preço não cabe no seu orçamento, é como se não tivesse o modelo disponível no seu manequim, apenas o número maior. Você gostaria de sair por aí
usando um vestido ou uma calça com número acima do seu tamanho? Quem tem que parecer magra é você, não sua conta bancária. Procure uma alternativa.

8 – Comprar coisas para “um dia usar”. É cada vez mais comum mulheres que se afastam das tarefas domésticas, mas, mesmo assim, continuam comprando acessórios e “utilidades” que algumas nem sabem para que serve. Muito mais como se usa. Comprem apenas o necessário. A mesma vassoura que varre o pó serve para quando cair farinha no chão. Não precisa comprar um aspirador ultramoderno com seletor de tipo de sujeira a ser aspirada a cada estação do ano. O paninho de pratos escrito segunda-feira também pode ser usado às terças, quartas...

9 – Comprar bugigangas em viagens. Um sombreiro é atraente em Cancun, principalmente depois de algumas tequilas, mas não serve para nada no Brasil, ainda mais para quem mora em apartamentos pequenos. Há mais coisas interessantes em Paris, Nova Iorque, Londres e Barcelona do que shoppings e outlets. As roupas são passageiras. As memórias e a cultura são para a vida toda. Como ninguém é de ferro, separe uma tarde e algum dinheiro para fazer compras. O resto do tempo... Aproveite!
10 – Cinquenta tons de cinza... Ótima leitura contemporânea, mas na sua sapateira não precisa haver tantas variações do mesmo tom. Isso custa caro. E lendo o contrato do livro, não consta em lugar algum que homens reparam tanto assim nas cores e detalhes de roupas e sapatos. Invista na qualidade e nas peças básicas. O resto a criatividade inventa.
Aproveito para sugerir um filme apropriado ao tema: “Delírios de consumo de becky bloom”.
 E para quem não leu ainda, “Cinquenta tons de cinza”, de E L Jame. Divirtam-se!

Autor: Álvaro Modernell é especialista em educação financeira e previdenciária, palestrante, autor de vários livros, projetos, cartilhas e artigos sobre educação financeira, além de sócio fundador da Mais Ativos Educação Financeira e coordenador do portal www.edufinanceira.com.br, referência nacional na área.
 
O resumo do livro pode ser lido aqui: http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=7990678096142892033#editor/target=post;postID=6742845258107381289

 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

ORGANIZANDO AS CONTAS DOMÉSTICAS



Depois de verificar todos os lançamentos do mês no Programa Nota Legal verifiquei que minhas contas são muitas, para a pequena pasta que eu tenho. Como sou uma pessoa muito organizada com as contas, pelo menos com as contas! Resolvi melhorar minha organização e passo as dicas para você começar a se organizar e começar obter benefícios e quem sabe se disciplinar financeiramente.
Para organizar as contas você precisará de:
v  1 pasta comum de elástico para colocar as contas a serem pagas
v  1 pasta sanfonada para guardar as contas pagas.
A pasta comum você deixará em um lugar de fácil acesso, se possível junto com a sua agenda. Toda vez que receber uma conta, guarde-a na pasta. Isso evitará com que elas fiquem espalhadas por aí e você se esqueça do vencimento.
A pasta sanfonada servirá para você guardar as contas que você já pagou. Ela é sanfonada porque você separará tudo por categorias. Essas categorias devem ser adequadas para você. Alguns exemplos: celular, cartão de crédito, seguro do carro, luz, água etc. Assim que pagar uma conta, você já deve colocá-la ali. Também você pode separar as contas por mês, ou seja, janeiro a dezembro, e como você tem que conferir no programa legal dessa maneira fica melhor.

O ideal seria você centralizar todos os pagamentos no mesmo dia, mas nem sempre isso é possível. Estabeleça então um dia da semana para pagar as contas que vencem durante o período em questão, mesmo que seja antecipadamente (aliás, pagar antes do vencimento sempre é melhor). Em hipótese alguma deixe passar o vencimento, para evitar o pagamento de juros desnecessários ou qualquer outro tipo de estresse.

 Fonte: vidaorganizada.com

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Nota Legal – Jogo de rato e gato


Boa tarde! Pessoal

Gosto do joguinho do Nota Legal, não sou adepta a jogos do facebook tais como city ville, farm ville, super mario entre outros.  O Programa Nota Legal do Distrito Federal está se tornando um jogo de rato e gato, pois todo mês temos que alimentar o sistema com as notas que não foram lançadas pelos comerciantes.  O fato é que muitas empresas, que automaticamente pensamos que os lançamentos estarão lá, mas na realidade temos que fazer as conferências e lançar todas as notas que não foram incluídas no sistema, detalhe, muitas empresas são aquelas que mais compramos como supermercados e que fazem o jogo um mês lançam e no outro mês não. Neste programa o benefício vale a pena, pois só deparamos com o resultado deste jogo no ano vindouro quando chega a conta do IPTU e IPVA quitados. Fica a dica nunca desanimar e pensar que neste jogo de gato e rato ganha o nosso bolso!

 O que é Nota Legal:

O Programa NOTA LEGAL devolve até 30% do ICMS e do ISS efetivamente recolhido pelo estabelecimento a seus consumidores. Ele é um incentivo para que os cidadãos que adquirem mercadorias ou serviços exijam do estabelecimento comercial o documento fiscal.

Para utilização dos créditos no abatimento do valor do IPTU e do IPVA, se consumidor pessoa física, não será exigido vínculo entre o detentor do crédito e os imóveis ou veículos.

 Para de cadastrar e saber mais:


 Importante:
Caso não seja encontrado o documento fiscal, o consumidor tem o segundo mês após a sua emissão para registrar a reclamação na área restrita do site, a qual será encaminhada para análise e manifestação da empresa.

Guarde o documento fiscal, acompanhando o trâmite pela consulta à situação e histórico da reclamação. Na hipótese de não regularização pela empresa, será encaminhada mensagem ao consumidor autorizando-o a apresentar o documento fiscal original para análise pela SEF/DF.

Até a próxima!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

10 razões para investir na educação financeira dos seus filhos


A falta de planejamento financeiro ainda é uma realidade que atormenta grande parte dos brasileiros. Segundo profissionais especializados em finanças pessoais, uma das melhores formas de evitar os saldos negativos na conta é investir em educação financeira e o ideal é que isso seja feito desde cedo.
Veja a seguir, 10 razões para investir na educação financeira dos filhos segundo o especialista em finanças do MoneyFit, Antonio De Julio.


1) Se a criança for bem educada em relação às finanças, terá grandes chances de virar um adulto bem educado financeiramente.

2) Atualmente, as crianças estão cada vez mais precoces e curiosas. "Elas querem saber de tudo”, diz De Julio. Assim, já que elas querem saber de tudo, é interessante ensinar como lidar com o dinheiro também.

3) As crianças são um recente filão de consumo descoberto pelos marqueteiros. Segundo o especialista, várias etiquetas de grife estão lançando produtos para esse tipo de público. Por isso, quanto mais cedo a criança souber o quanto custa e o que os pais podem oferecer, melhor será.

4) Através das crianças a família pode remodelar sua relação com o dinheiro. "As crianças aprendem conceitos mais rapidamente, que podem ser passados aos pais”, diz De Julio. Ele ressalta que os adultos têm hábitos enraizados, que podem ser difíceis de se mudar. "Já as crianças, não”, afirma.

5) Outro ponto a favor das crianças em relação ao aprendizado é o fato delas não terem preconceitos e estarem abertas para receber novas informações. "Se essas informações com relação ao dinheiro forem erradas ou equivocadas, pior será na fase de adolescência e adulta”, acredita.


6) A "mesada" é muito importante na formação da criança e do adolescente. "É o momento que o jovem passa a ser responsável pelo seu próprio dinheiro”, aponta o especialista.

7) "Nós vivemos em uma época de consumo exagerado, com crédito fácil e parcelas a perder de vista”, diz De Julio. Por isso, ele acredita ser "de suma importância” passar para as crianças conceitos de sustentabilidade e de consumo organizado, para garantir um futuro melhor para elas e para o planeta.

8) Uma criança disciplinada hoje pode significar um adulto a menos inadimplente amanhã. "Ainda mais morando num país com as piores taxas de juros do planeta”, ressalta.

9) As crianças podem ajudar no orçamento doméstico, sabendo o quanto custa cada item, verificando se podem comprar algum similar ou até mesmo pesquisando produtos mais em conta. "Fazer os filhos participarem dessas pesquisas de preço, ajuda na formação financeira deles e até mesmo no convívio familiar”, acredita o especialista.

10) "Uma criança com boa base de educação financeira pode aprender mais cedo a investir e assim garantir um futuro melhor", finaliza De Julio.

Fonte: Uol Economia


Economizando com produtos usados.



Economia é a arte de obter o máximo de recursos limitados. Há diversas formas de economizar. Fazer uma ampla pesquisa de preços, negociar duramente os valores envolvidos, comprar no atacado são apenas algumas delas. Outra, um pouco mais arriscada, é a aquisição de um produto usado que, em tese, ofereça a mesma qualidade de um novo, mas por um valor inferior.

Por mais que muita gente não abra mão da segurança de comprar um produto na embalagem e com garantia de fábrica, itens usados nem sempre são sinônimo de produtos velhos. Algumas vezes o usado é o barato que sai caro e, em outras, pode ser a escolha mais inteligente. Conheça algumas opções de produtos usados cuja compra sempre deve ser ao menos analisada (com cuidado):

1. Carros: os veículos usados podem ser comprados por preços muito menores que os novos. Muitos modelos no Brasil sofrem uma depreciação de mais de 20% após o primeiro ano de uso. Ao adquirir um veículo usado, também é possível economizar no preço do seguro. O único problema é encontrar um carro usado de confiança – já que nem sempre é possível encontrar problemas escondidos com uma vistoria rápida. Prefira carros de amigos ou conhecidos que você sabe que estão em bom estado.
2. Casa: para quem tem pressa de entrar no imóvel, os imóveis usados podem ser uma boa opção. Apartamentos na planta em cidades como São Paulo podem ser entregues três anos após a assinatura do contrato de compra – isso quando o prazo é cumprido pela incorporadora. Outra vantagem dos usados são os preços, bem mais em conta. Em alguns casos, também é mais fácil negociar o valor da compra diretamente com o proprietário para obter um desconto. Assim como no caso dos carros, é importante verificar, se possível com a ajuda de um especialista, se as condições reais do imóvel usado são tão boas quanto aparentam.
3 . Celular: com a rapidez que os fabricantes de telefones móveis têm lançado mais modelos, os amantes da tecnologia acabam trocando o aparelho a cada novo lançamento. Por isso, aqueles que desejam ter um aparelho mais moderno, mas não podem pagar o preço de lançamento, têm a opção de recorrer a usados. Nesse caso, é importante prestar atenção principalmente à bateria. Em geral, um iPhone que já é utilizado há alguns anos, por exemplo, não tem mais uma bateria duradoura. Ao contrário de outras fabricantes, a Apple não permite a troca da bateria de seus aparelhos.
4. Videogames e jogos: existem diversas opções de consoles disponíveis, alguns com tecnologia que dispensa o uso de controles, uma verdadeira tentação para quem gosta de passar as tardes jogando. O preço de alguns consoles pode ultrapassar facilmente R$ 1 mil. Por isso, os usados podem ser uma opção de compra para quem deseja ter o videogame, mas não pode gastar tudo isso. O mesmo vale para os jogos, que muitos jogadores acabam vendendo por um preço bem menor que o de compra.
5. Roupas: além de ser uma opção ambientalmente responsável, comprar roupas usadas costuma ser bem mais barato e ainda dá para inovar no estilo de se vestir. Em alguns brechós é possível encontrar itens de marcas famosas e em bom estado.
6. Acessórios para bebês: é muito comum encontrar pais dizendo que as crianças crescem rápido demais. Pensando nisso, adquirir alguns acessórios usados essenciais para o início da vida do bebê, como o carrinho e o bebê conforto, podem gerar uma economia de mais de R$ 500. As cadeirinhas para transportar as crianças dentro do veículo também são itens que podem ser comprados de segunda mão, gerando uma economia de R$ 200 para cada fase em que ela deve ser trocada.
7. Equipamentos para ginástica: todo mundo sabe que se exercitar faz bem para o corpo e para a mente – melhor ainda se fizer bem para o bolso. Comprar equipamentos, como esteiras e bicicletas ergométricas usadas, pode ser uma opção de economia, já que algumas pessoas compram esses equipamentos e acabam usando por pouco tempo. Procurando em lojas especializadas de produtos de segunda mão ou diretamente com o proprietário, é possível comprar esses equipamentos em bom estado e mais baratos que os sem uso.
8. Eletrodomésticos: apesar dos incentivos para a redução dos preços dos itens da linha branca, comprar fogões, geladeiras ou outros equipamentos usados pode ser uma boa opção para quem quer economizar. Além de mais baratos, muitas vezes esses itens podem ser comprados em lojas de assistência técnica após passarem por uma verdadeira reforma, podendo ser igualados aos novos.
9. Livros: tanto estudantes quanto amantes da leitura podem optar pelos sebos para comprar livros, revistas, CDs e até filmes. Nestes espaços é possível encontrar itens seminovos, mas em bom estado de conservação, por um preço bem menor que nas livrarias. Também é possível comprar esses itens pela internet, já que muitos sebos possuem uma descrição do acervo on-line e serviço de entrega domiciliar.
10. Instrumentos musicais: para quem quer se arriscar no mundo da música, é importante saber que os instrumentos musicais costumam não ser itens baratos. Por isso, adquirir um instrumento usado, pode ser econômico, principalmente para quem é iniciante nesse universo e ainda não descobriu se tem ou não vocação para a música.

Fonte: InfoMoney

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Viver ou juntar dinheiro?


Esse texto é clássico, mas não custa relembrar e repensar em nossas atitudes!!!


Há determinadas mensagens que, de tão interessantes, não precisam nem sequer de comentários. Como esta que recebi recentemente.

Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.

Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais. Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais. E assim por diante. Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário. Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei. Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.

Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária. É claro que não tenho este dinheiro. Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer? Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer.

E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz. Caso contrário chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.

Texto de Max Gehringer

"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"